Depois de ter sido praticamente esnobada pela Anvisa, a vacina fabricada na Rússia demonstrou que tem capacidade de diminuir em mais de 90 por cento o risco de contrair o coronavirus. O resultado foi publicado numa renomada revista médica e avalizado por cientistas independentes da Inglaterra, principalmente.
A vacina Sputnik foi muito criticada pela falta de transparência, mas os resultados são claros e o princípio científico dessa vacinação está demonstrado. Isto significa que uma vacina extra pode ser acrescentada à luta contra a covid-19. Nas últimas semanas começaram a surgir pressões para que a Agência Europeia do Medicamento avaliasse rapidamente o desempenho da Sputnik V, já utilizada na Rússia e em países como a Argentina e a Argélia.
Com base em cerca de 2 mil casos de pessoas com mais de 60 anos, o estudo considera que a vacina é eficaz nessa faixa etária, mostrando que protege muito bem contra as formas moderadas a severas da doença. Ela usa a mesma técnica utilizada pela vacina da Oxford, que, no entanto, apresenta uma eficácia de 60%.






















































