Cresce diariamente o número de casos de varíola do macaco confirmados no mundo. O total de casos, que era de 77 na sexta-feira (20), passou para 124 na segunda-feira (23). Já são 15 os países que têm pelo menos um caso da doença:
• Espanha: 41
• Portugal: 37
• Inglaterra: 20
• Canadá: 5
• Itália: 4
• Alemanha: 3
• Bélgica: 3
• Países Baixos: 2
• Austrália: 2
• Estados Unidos: 2
• Dinamarca: 1
• França: 1
• Suécia: 1
• Suíça: 1
• Israel: 1
Além destes, também há dezenas de casos prováveis, incluindo o de um homem na Argentina que havia retornado de viagem da Espanha. A Grécia também investiga um caso suspeito.
O primeiro infectado com o vírus da varíola do macaco fora do continente africano foi detectado na Inglaterra. A Organização Mundial da Saúde trata o surgimento da doença como “um evento altamente incomum” e calcula que mais casos vão surgir em outros países fora da África nos próximos dias.
A varíola do macaco ocorre com frequência em vários países da África. Trata-se de uma doença transmitida por vírus e que atinge principalmente os macacos. Esse vírus pode ser transmitido para humanos e posteriormente entre pessoas, que é o que tem sido observado atualmente. A transmissão é por gotículas, e é preciso um contato próximo e prolongado entre duas pessoas. Por isso, beijo e o contato sexual estão sendo investigados como possível meio de contágio nos casos atuais.
Os sintomas da doença se assemelham aos de uma gripe. A Organização Pan-Americana da Saúde afirma que os seguintes sinais devem ser observados:
• Dor de cabeça
• Febre de início súbito (acima de 38,5°C)
• Dores musculares
• Dor nas costas
• Fraqueza
e Inchaço
As feridas na pele costumam ocorrer alguns dias após o início da febre, mas não acontece em todos os pacientes.

























































