Policiais de Brasília e do Rio Grande do Sul fizeram uma operação para acabar com uma quadrilha que agia de dentro de uma penitenciária gaúcha e aplicava golpes em pessoas de todo o Brasil. O esquema tinha ajuda de parentes dos presos. Eles identificavam as vítimas, normalmente homens mais velhos, os presos fingiam serem mulheres, mandavam fotos e pediam fotos íntimas. Depois vinha a cobrança de valores para que as fotos não fossem divulgadas.
Depois de algum tempo mantendo conversas de teor sexual os integrantes da quadrilha entravam em contato com a vítima se passando por policiais civis gaúchos. Eles alegavam que os familiares da moça com quem o homem teria trocado mensagens eróticas e imagens íntimas haviam registrado um boletim de ocorrência contra o homem. Ele então passava a ser chantageado pelos falsos policiais, que exigiam quantias em dinheiro para parar a falsa investigação.






















































