A segunda fase da campanha nacional de vacinação contra a gripe no SUS começa nesta segunda-feira (2). Na primeira etapa que começou no dia 4 de abril, muitas pessoas, como idosos e profissionais de saúde não se vacinaram e isso trouxe preocupações ás autoridades médicas. Até sexta-feira (29), dos 30 milhões de idosos, apenas 8 milhões haviam sido vacinados. Os profissionais de saúde são quase 6 milhões, mas apenas pouco mais de um milhão e meio tinham tomado a vacina. A partir de hoje, podem se vacinar:
• Crianças de 6 meses até 5 anos incompletos;
• Gestantes e mulheres que deram á luz recentemente;
• Povos indígenas;
• Professores;
• Pessoas com Comorbidades;
• Pessoas com deficiência permanente;
• Forças de segurança e salvamento e Forças Armadas;
• Caminhoneiros e trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso;
• Trabalhadores portuários;
• Funcionários do sistema prisional;
• Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade que estão cumprindo medidas socioeducativas;
• População carcerária.
Em relação às crianças de 6 meses a 5 anos, o ministério da Saúde esclarece que aquelas que já receberam pelo menos uma dose de vacina contra a gripe ao longo da vida devem tomar apenas a injeção deste ano. As que tomarão pela primeira vez devem agendar a aplicação da segunda dose, que é dada após 30 dias. Idosos e profissionais de saúde que não se vacinaram em abril podem e devem procurar os postos de saúde para receber o imunizante.
Os médicos alertam para o risco que alguns grupos como os idosos e pessoas com comorbidades podem ter ao não se vacinar. Não vacinar pode trazer complicações cardiovasculares. Alguém que teve gripe e depois teve um infarto não é por falta de sorte e sim uma consequência do que pode acontecer.
E dão um alerta aos grupos prioritários que devem buscar a vacinação o quanto antes, já que a tendência é que os casos de gripe aumentem com a chegada do inverno, além de a vacina demorar cerca de duas semanas para fazer efeito. Com a volta da população aos ambientes de trabalho e de ensino, cria-se neste inverno o ambiente normal, como existia antes da pandemia, facilitando a circulação de vírus respiratórios.






















































