Finalmente a CBF tomou uma atitude mais firme contra os casos de racismo na Libertadores e na Copa Sul-Americana. O último caso aconteceu com o Flamengo, que não deixou barato e foi pra cima da entidade, exigindo que a Conmebol seguisse o exemplo da Uefa, com punições severas e caríssimas aos clubes. Não só o simples afastamento do torcedor racista, como foi o caso do torcedor argentino no jogo do Boca Juniors com o Corinthians, em São Paulo. Foi preso, pagou fiança, foi solto e saiu debochando do Brasil. A impunidade é o grande incentivo em qualquer crime.
Só este ano foram sete casos de racismo nos estádios. Nos jogos Palmeiras x Emelec, Corinthians x Boca Juniors, Estudiantes x Red Bull Bragantino, River Plate x Fortaleza, Olímpia x Fluminense, Millionarios x Fluminense e Universidad Católica x Flamengo. E nos últimos sete anos, foram 27 casos de racismo comprovados nas competições organizadas pela Conmebol. E só o Olimpia do Paraguai foi punido em 45 mil dólares, em março deste ano.
Mas a situação vai mudar depois das reclamações do Brasil. A Confederação Sul Americana informou oficialmente que vai mudar o regulamento para tornar mais duras as punições por esses atos. E vai cair sobre o clube, a quem caberá convencer seus torcedores a serem educados e respeitarem as leis.

























































