Os números de novos casos de Covid-19 voltaram a subir muito no Brasil na semana passada. Mais de 200 mil pessoas pegaram a doença em apenas uma semana. A média de novos casos comprovados também continua crescendo e passou do dobro no dia 4 de junho.
O número de mortes tinha subido, mas diminuiu de 863 para 606 com uma média de 87 óbitos por dia. Essa situação voltou a preocupar as autoridades de saúde, pois está aumentando muito o número de internações nos hospitais. Em São Paulo já se fala que metade dos leitos de UTI está ocupada com pessoas com covid.
A chegada do frio reforça o perigo do momento atual, o que não aconteceu antes porque as pessoas estavam mais dentro de casa e o uso de máscaras em locais fechados ainda era obrigatório. Agora mudou. Estão acontecendo festas por todo o Brasil e sem uso de máscaras. A coisa foi melhorando, os números diminuíram significativamente e com isso veio um relaxamento quase geral.
Além disso, o efeito das vacinas para quem tomou apenas uma dose está acabando e a pessoa volta a ficar vulnerável ao vírus. Já havia uma previsão de que o Brasil teria uma nova onda de infecções entre abril e setembro de 2022. O pior é que muita gente não tomou a segunda dose e nem a dose de reforço.
Os cientistas dizem que o vírus vai aproveitar qualquer situação em que houver aglomeração de pessoas, sem ventilação e sem máscaras. É por isso que os médicos calculam que haverá um aumento de casos de covid e de outras doenças respiratórias. Diante da situação, o governo de São Paulo, por exemplo, passou a recomendar o uso de máscaras em locais fechados. Em muitos lugares isso também está acontecendo.
Médicos e cientistas dizem que o uso da máscara é a melhor forma de evitar que o vírus se espalhe tanto, especialmente porque o vírus que está predominando no Brasil é ainda mais transmissível do que aquele que circulou em janeiro deste ano com muitas mortes e internações.






















































