Cercados por todos os lados por mais de 100 mil soldados, sem energia, água, gás e comida, o grupo terrorista Hamas tentou negociar a liberação de crianças e mulheres sequestradas e mantidas reféns após a invasão. Os terroristas pediram ao governo do Catar para fazer as negociações. O governo de Israel nega qualquer negociação e mantém seus ataques com o objetivo de sufocar o Hamas definitivamente.
Militantes do movimento islâmico palestino Hamas massacraram, no sábado (7), cerca de 260 pessoas que participavam de uma festa ao ar livre em Israel, perto da Faixa de Gaza, um território onde vivem israelenses e palestinos. No local onde ocorreu o festival de música, havia cerca de 260 corpos de pessoas que foram mortas a tiros ou em explosões provocadas pelos terroristas. Os terroristas agiram de forma tão violenta que uma idosa foi “brutalmente assassinada” no sul de Israel. A neta da idosa contou que um terrorista invadiu a casa dela, a matou, pegou o telefone dela, tirou uma foto do corpo e postou o registro no Facebook da vítima.
Um dos três brasileiros desaparecidos desde sábado, quando houve o ataque a Israel, foi encontrado morto. Natural do Rio Grande do Sul, o jovem morava há sete anos em Israel e havia servido no Exército daquele país. Ele dividia um apartamento com três brasileiros, um israelense e um colombiano. Ele estava participando de um festival de música ao ar livre quando os terroristas invadiram o local e mataram centenas de pessoas desarmadas.
























































