Foi encontrada morta numa cela da prisão feminina de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, uma mulher que cumpria pena, condenada por pisotear e matar o enteado de 1 ano. O motivo da morte ainda está sendo investigado. Ela foi presa em 2018, acusada de matar o filho do marido. No depoimento ela confessou ter agredido o menino, dizendo que ficou nervosa com o choro da criança e, ao tentar fazer massagem, a criança caiu e ela pisou no pescoço dele, sem querer. Na ocasião, o pai da criança foi condenado e ficou preso até 2020. Já a madrasta foi indiciada pelos crimes de maus-tratos e homicídio qualificado.
Confrontada com as provas, ela confessou que teve um acesso de raiva, apertou com as mãos e o joelho, com força a barriga do menino, e pisou nas costelas. A perícia encontrou no corpo da criança, agressões na cabeça, pescoço e pancadas nas costas, que causaram dilaceração no fígado e a morte do bebê. A perícia também encontrou lesões mais antigas e revelou que a principal lesão, que causou a morte, foram pancadas nas costas, que quebraram costelas e o menino acabou tendo dilaceração no fígado.
No julgamento, que aconteceu em 2020, a defesa alegou que tudo não passou de um acidente, o bebê teria caído de um balcão e teve fraturas graves no corpo que levaram a morte dele. Porém, durante os depoimentos, a madrasta confessou os maus-tratos contra a criança e disse que tomou a atitude por estar muito nervosa.
























































