Enquanto isso a China parou o envio de milhares de litros do principal ingrediente para fazer a vacina Coronavac, a primeira a ser aplicada no Brasil. Tudo indica que os chineses não gostaram nem um pouco quando o presidente Bolsonaro falou sobre a China e o coronavirus, falando sobre uma suposta guerra biológica. O diretor do Instituto Butantan disse que a lentidão e incerteza na liberação do Insumo Farmacêutico Ativo vindo da China podem afetar o plano de vacinação no Brasil.
Na segunda feira(10), o Instituto entregou 2 milhões de doses da vacina ao Ministério da Saúde. Duas novas remessas serão feitas até o final desta semana. Na quarta (12), serão destinadas mais 1 milhão de doses e, na sexta (14), 1 milhão e 100 mil doses. Os novos lotes foram envasados com insumo recebido pelo Butantan em abril. Depois disso a fabricação das vacinas vai depender da chegada da matéria prima da China.
Situação parecida com essa também é enfrentada pela Fiocruz, que é responsável pela vacina de Oxford/AstraZeneca. A Fundação também não teve seu insumo farmacêutico liberado. Sem essas vacinas, a vacinação no Brasil pode parar. Até agora a vacina produzida em São Paulo, em parceria com a China, já entregou 45 milhões de doses de vacina Coronavac ao Ministério da Saúde.






















































