Duas médicas estão sendo processadas pela morte de um bebê logo após o parto. A criança teve hemorragia e traumatismo craniano por causa de uma cesariana feita depois que já tinha passado o momento certo. A mãe deu entrada no hospital na noite do dia 27 de dezembro. O bebê morreu no dia 28, no Hospital São Camilo, em Aracruz.
Os pais registraram um boletim de ocorrência onde informa que a equipe médica insistiu que fosse feito um parto normal, mesmo com o pedido da família para a realização de uma cesariana. O hospital alega que a decisão foi tomada de acordo com orientações do médico que acompanhou o pré-natal. Mas, o próprio médico chegou a alertar que a gestante possivelmente não teria condições anatômicas para realizar um parto normal.
Os pais do bebê afirmaram que durante a tentativa de realizar o parto normal, a médica responsável pelo atendimento utilizou um fórceps obstétrico, uma espécie de extrator a vácuo, para tentar concluir o parto normal. Os pais acreditam que o uso do instrumento teria causado ferimentos tanto na gestante quanto na cabeça do bebê, que, embora estivesse posicionado na posição correta, não conseguia nascer devido à falta de dilatação.





















































