A morte de uma bebê de 8 meses no Paraná por coqueluche, acendeu um alerta para a população brasileira, levando a ministra da Saúde a reforçar a orientação para que grávidas e crianças sejam vacinadas contra a coqueluche. Segundo a ministra, o caso reforça a necessidade de uma vigilância permanente em relação a qualquer agravo de saúde. Essa foi a primeira morte causada pela coqueluche no país em três anos.
A doença é prevenível por vacina. Até a primeira quinzena de junho, só o Paraná tinha registrado 24 casos de coqueluche. Em todo o ano passado, foram 17. No Brasil, o último pico epidêmico aconteceu em 2014, quando foram confirmados 8.614 casos. O país e o mundo enfrentam aumento de casos.
Também conhecida como “tosse comprida”, a coqueluche é uma doença infecciosa aguda respiratória altamente contagiosa. A transmissão ocorre, principalmente, pelo contato direto do doente com uma pessoa não vacinada por meio de gotículas eliminadas por tosse, espirro ou até mesmo ao falar. Os principais sintomas são febre, mal-estar, coriza e tosse seca, às vezes, intensa.
A doença atinge a todos, mas preocupa quando acontece em crianças pequenas. A coqueluche tem a sua gravidade focada quase exclusivamente na criança pequena, no bebê no primeiro ano de vida. Justamente a idade em que ele ainda não completou o seu esquema vacinal.






















































