Está preso o médico colombiano acusado de estuprar pacientes anestesiadas, no Rio. As investigações mostram que ele também guardava os vídeos dos crimes e mais de 20 mil arquivos de pornografia infantil.
O delegado que está à frente do caso disse que apesar da sua longa experiência em investigações desse tipo de crime, ele nunca viu cenas tão violentas, tão cruéis. Não só por armazenar os vídeos, com conteúdo extremamente agressivo, mas também pela violência contra as vítimas submetidas aos cuidados do profissional, que aproveitava do momento de vulnerabilidade para cometer esses abusos.
O médico foi preso em casa, na Barra da Tijuca. A esposa dele se surpreendeu com a ação da polícia. Inicialmente, ela não acreditou, mas, no momento da busca e apreensão, a mulher se convenceu da participação do marido nos crimes. As investigações tiveram início no final do ano passado, com base em informações do Serviço de Repressão a Crimes de Ódio e Pornografia Infantil, da Polícia Federal, e apoio da Polícia Civil do Rio de Janeiro.
Além dos conteúdos de pornografia infantil, os agentes encontraram vídeos que o próprio médico anestesista gravou dos estupros contra pacientes. As mulheres haviam se internado para fazer cirurgias e precisavam de anestesia geral. A polícia ainda investiga mais crimes cometidos pelo médico.





















































