Os caminhoneiros disseram no domingo que não iam ouvir os apelos do presidente Jair Bolsonaro e a paralisação a partir desta segunda-feira (1º) seria mantida. Ainda não se sabe a repercussão dessa paralisação que vinha sendo marcada há vários dias. Como nas outras greves, as coisas vão acontecendo a cada dia que passa. A redução ou zeragem do PIS/Cofins sobre o diesel, cogitada pelo governo, não seria suficiente para terminar com a greve, porque o principal problema é a política de preço internacional adotada pela Petrobras.
Os caminhoneiros põem a culpa no governo e se houver desabastecimento no País e o movimento se prolongar por 3, 4, 5 dias, como foi na época do presidente Michel Temer, quando durou 11 dias, o responsável é ela o presidente. Dizem que até agora não teve diálogo com a categoria. A categoria prometeu que não irá bloquear as estradas, deixando faixas livres.
Mesmo com a promessa de que não haverá bloqueio de estradas, a Justiça Federal proibiu os caminhoneiros de fazer qualquer bloqueio em toda a extensão da BR 101. Outras estradas também estão protegidas judicialmente contra os bloqueios.




















































