O Ministério da Saúde informa que nos últimos três anos, o SUS registrou 1.548 internações de pessoas com ferimentos causados por fogos de artifício. Isso dá uma média de um caso por dia. Somente em 2023, entre janeiro e setembro foram registradas 266 internações por ferimentos causados por fogos de artifício.
O alerta dos médicos é que nesta época do ano, os fogos constituem grande preocupação, por causa dos acidentes que provocam. As mãos, principalmente, são as partes do corpo mais expostas, além do punho, rosto e olhos, inclusive. A primeira recomendação é que os fogos de artifício sejam admirados de longe e operados por pessoas preparadas para isso. Outros cuidados podem ser tomados para diminuir os perigos, como queimaduras graves, lesões e até amputações. Uma das dicas é que, para soltar um rojão, deve se manter distância entre a mão e o artefato.
Em relação às crianças, os cuidados se redobram. Crianças não devem soltar nada e devem ficar longe, a uma distância segura de qualquer foguete ou fogo de artifício. Médicos dizem que, infelizmente, não são só as queimaduras provocadas por fogos de artifício, às vezes são amputações de dedos. Um médico disse que já teve que amputar a mão inteira de uma pessoa por explosão de rojões.





















































