Com a chegada do verão, quando há maior exposição ao sol,começou a campanha Dezembro Laranja, para conscientizar as pessoas sobre o câncer de pele, o tipo de câncer que mais acontece entre os brasileiros. Segundo o Instituto Nacional do Câncer este tipo da doença corresponde a 30 de cada 100 tumores malignos registrados no país. Até 2025, o Brasil deverá registrar 704 mil novos casos de câncer de pele por ano. De acordo com os médicos, a identificação da doença em sua fase inicial aumenta absurdamente a chance de cura.
Atualmente, existem muitas ferramentas médicas para fazer isso, mas é importante entender os sinais da doença que podem ser percebidos pelo próprio paciente. O primeiro é o Melanoma: menos comum. Pode ter comportamento mais agressivo, maior risco de disseminação e criação metástases, ou seja, acabar comprometendo outros órgãos.
Depois tem o Não melanoma: mais comuns. Tem menor risco de complicações e maior chance de cura. Os sintomas iniciais irão depender do tipo de câncer de pele. Tanto o melanoma quanto o não melanoma podem surgir em pintas na pele, quando as células saudáveis vão mudando até se transformar em um tumor.
Para o melanoma, há um método fácil para ajudar na identificação.
A: O tamanho
B: Bordas irregulares
C: Coloração igual
D: Dimensões maiores do que 5 a 6 milímetros
E: Evolução ou elevação
Já para o não melanoma, se manifesta em áreas que foram danificadas pelo sol. Os médicos recomendam que toda lesão de pele que não se cicatriza, que coça muito, tem ardência deve ser investigada.
É importante que os pacientes fiquem atentos aos sinais, mas o diagnóstico é feito por um médico dermatologista ou oncologista. O médico faz um exame físico, usando uma ferramenta chamada dermatoscópio, que avalia melhor a lesão. Em alguns casos, é possível tirar uma conclusão através disso; já em outros é necessário uma biópsia, procedimento para retirar um pedaço da lesão, que será encaminhado para um laboratório e, então, diagnosticado.
Existem diferentes formas de prevenção da doença. A mais comum consiste em proteger a pele em relação aos raios do sol, com o uso do protetor solar diariamente, além de evitar a exposição ao sol. Existem vitaminas que podem ser usadas, como a “nicotinamida”, usada em quem já teve o diagnóstico de tumores de pele, que pode reduzir a formação de novos tumores. No entanto, não é 100% eficaz.
Se a doença é diagnosticada no começo,, o tratamento é cirúrgico, com altas chances de cura. Se a doença é mais avançada, será necessário outras ferramentas, como a imunoterapia, onde se estimula que as próprias células do corpo combatam o câncer, ou a terapia-lavo, tratamento do câncer que usa drogas para atacar especificamente as células cancerígenas.






















































