A pressão de deputados e senadores sobre a equipe econômica do governo começa a dar resultados e já se discute a prorrogação do auxílio emergencial. Os parlamentares querem manter os R$ 300 pagos nas últimas parcelas. Mas, valor de R$ 200 é considerado “mais viável” pela equipe econômica.
Além disso, nem todos que receberam no ano passado deverão receber novamente o benefício em 2021. Uma das propostas é que sejam contemplados os beneficiários do Bolsa Família e os que estão na fila aguardando para serem incluídos no programa assistencial.
O governo diz que 20 milhões de pessoas já estão amparadas pelo Bolsa Família e agora falta atender os chamados “invisíveis”, que continuam sofrendo os efeitos da pandemia da covid-19. A nova rodada do auxílio deve ser destinada a apenas dos 64 milhões de pessoas que terminaram 2020 recebendo o benefício.
A antecipação para fevereiro dos pagamentos do abono salarial previstos para março foi a primeira medida do “protocolo da crise” que vai ser adotado pelo Ministério da Economia para enfrentar o agravamento da pandemia.






















































