O ano mal começou e já estamos no segundo mês. Não foi fácil para ninguém vencer os desafios do ano que acabou, depois de passar o perrengue que foi 2020, quando o coronavirus chegou e bagunçou a vida de todos, no mundo inteiro. Foram dois anos de muitos problemas, muita conversa, muitas mentiras, notícias falsas. O covid fez os brasileiros se esquecerem dos homicídios, dos acidentes de trânsito, da violência doméstica, das fraudes, falcatruas, corrupção, entre tantas outras noticias ruins. Infelizmente os primeiros 30 dias do novo ano trouxeram de volta o fantasma do vírus, o aumento dos casos, as mortes e os hospitais lotados.
Mesmo assim o brasileiro não perde a esperança de que este ano vai ser melhor e nele poderá realizar seus sonhos. Impossível, porém, prever o futuro, saber como será o amanhã. Se as coisas vão voltar ao normal. Por isso que as esperanças são sempre renovadas com a chegada de um novo ano. Afinal, ninguém paga para sonhar e a verdadeira liberdade é aquela que permite que se imagine o mundo que todos querem.
Tem gente que faz uma lista do que gostaria de fazer no começo do ano. Mês a mês vai riscando aquilo que consegue ou transferindo outras para o futuro. Em tudo isso, o mais importante é a saúde, a capacidade para trabalhar, porque sem os dois é impossível sonhar. Por causa da pandemia muitos jovens ficaram prejudicados na sua formação intelectual e profissional. Tiveram que adiar seus sonhos. Muitos perderam seus empregos. As estatísticas mostram que milhares de jovens largaram os estudos e os analfabetos aumentaram aos milhares.
As escolas fecharam com a pandemia. Depois, muita gente não voltou a estudar. Isso é um atraso para um país que precisa muito que sua população tenha um nível escolar melhor. Só com o conhecimento se adquire a verdadeira liberdade. Então, a maior esperança é que 2022 seja um ano de recuperação. Que os jovens, nas escolas, tenham consciência de que ninguém é culpado pela pandemia, pela suspensão das aulas e que abandonar a sala de aula não é uma boa escolha, nem para a própria pessoa, e muito menos para a comunidade. Perder o emprego é muito ruim, mas o mais importante é não perder a esperança.






















































