O homem que espancou um professor em uma escola pública do Distrito Federal, no início da semana, se manifestou sobre a agressão pela primeira vez.
Em nota assinada pelo advogado que ele contratou, o homem diz que se arrepende das agressões e declara que teve um “surto momentâneo” na tentativa de proteger a filha.
Curiosamente a nota publicada pela defesa do pai agressor em nenhum momento fala da proibição legal do uso de celular nas salas de aulas.
Apenas defende o agressor como se ele tivesse direito de agredir sob a alegação de defesa da filha.
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