Juízes, empresários, advogados fazem parte da lista de 16 pessoas investigadas, presas ou com tornozeleira eletrônica como resultado de uma operação da polícia e do Ministério Público do Espírito Santo contra um grupo criminoso que se aproveitava de informações sobre pessoas que já haviam morrido e deixaram grandes quantias depositadas em bancos e sem herdeiros, para retirar o dinheiro que era repartido entre todos.
O grupo localizava falecidos sem herdeiros e com valores consideráveis em contas bancárias, e ajuizava ações na Comarca de Barra de São Francisco. Os investigados, faziam contratos indicando supostos acordos jurídicos com cláusula de confidencialidade em Barra de São Francisco. Somente os advogados assinavam os acordos. Após o bloqueio judicial dos valores depositados na conta do falecido, sem que houvesse manifestação de interessado, era apresentado um suposto acordo extrajudicial entre as partes. Depois de executar outras firulas jurídicas eles solicitavam a liberação dos valores bloqueados.
























































