Um juiz preso e outro obrigado a usar tornozeleira eletrônica fazem parte de um grupo de advogados e pessoas ligadas ao judiciário investigadas por participação num esquema milionário de corrupção e venda de sentenças ilegais pelo Ministério Público do Espírito Santo. As prisões e apreensão de documentos foi autorizada por um desembargador que autorizou as ações com base nos resultados das investigações.
Os mandados estão sendo cumpridos em Vitória, Vila Velha, Serra e Barra de São Francisco, e também nos estados do Rio de Janeiro e Paraíba. A investigação apontou que pelo menos 34 pessoas estariam envolvidas no esquema. A ação apura possível esquema de corrupção para tomar herança de mortos.Segundo provas colhidas pelo Ministério Público do Espírito Santo, os investigados fazem parte de uma organização criminosa que localizava pessoas falecidas sem herdeiros e com valores consideráveis em contas bancárias, e ajuizava ações na Comarca de Barra de São Francisco, no Noroeste do Espírito Santo.
























































