Depois de prender 11 pessoas que estavam planejando a fuga dos principais líderes do PCC a Polícia Federal descobriu que o grupo tinha outros planos que incluíam o sequestro de autoridades do STJ e do STF para conseguir a libertação de outros presos, entre eles o líder máximo do PCC, o Marcola que cumpre 330 anos de prisão num presídio federal de segurança máxima.
Os planos definidos por Marcola começaram a ser pensados no ano passado. O primeiro consistia na invasão do presídio com 100 homens armados e com bombas. Outro plano tratava do sequestro de autoridades e seus familiares para negociar a liberação dos presos. O terceiro plano era uma rebelião na penitenciária.
























































