Mesmo o governo não querendo a volta do auxílio emergencial, tudo indica que não há outra saída e o benefício terá que ser pago novamente. A situação das famílias começou a piorar de novo e a pressão política por um novo auxílio emergencial é grande.
Uma das alternativas estudadas seria reduzir significativamente o número de beneficiários. No ano passado foi de 56 milhões. Se voltar, o auxílio será focado nos mais necessitados num valor de R$ 200 por três meses.























































