Quem não toma vacina corre mais riscos de sofrer um infarto, ou um derrame. O alerta é feito por médicos cardiologistas. Elas dizem que quando a pessoa toma uma vacina ela pensa que está apenas se protegendo contra infecções, mas elas também estão se prevenindo contra infartos e derrames.
Infecções como gripe, COVID-19, pneumonia e herpes-zóster aumentam significativamente o risco de doenças cardíacas graves, como infarto, AVC e insuficiência do coração.
Essas infecções causam inflamação generalizada no corpo, o que pode afetar placas de gordura nas artérias, provocar arritmias e sobrecarregar o coração, especialmente em pessoas que já têm alguma doença cardíaca ou fatores de risco como pressão alta e diabetes.
Risco de infarto
Estudos mostram, por exemplo, que vacinar-se contra a gripe pode reduzir em até 30% o risco de infarto e morte cardiovascular. A vacina contra herpes-zóster pode cortar esse risco pela metade.
E a vacinação contra COVID-19 também tem se mostrado eficaz em reduzir complicações cardíacas e o risco de COVID longa, que pode afetar o coração.
Os benefícios são maiores para pessoas com doenças cardíacas, insuficiência cardíaca, hipertensão, diabetes, idosos, gestantes, transplantados e pacientes com imunidade baixa. Na verdade, todos se beneficiam, porque prevenir uma infecção evita uma reação inflamatória em cadeia que pode atingir o coração.
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