Pelo visto a vida do médico anestesista preso por estuprar uma mulher grávida dentro do hospital não será nada fácil no presídio. No momento em que ele chegou á penitenciária de Bangu, os presos xingaram, vaiaram e sacudiram as grades das celas como forma de protesto. Por ter curso superior e por causa do perigo de ser morto no local ele ficará em uma cela sozinho.
Além de ter sido filmado estuprando uma mulher na mesa de parto, ele é investigado também por mais cinco casos como este, praticados nas unidades de saúde em que trabalhou, entre elas o Hospital da Mulher em São João de Meriti. A justiça decidiu manter o médico preso por tempo indeterminado. Qualquer mudança só deve acontecer daqui a 90 dias.
No despacho da justiça mantendo a prisão por tempo indeterminado uma juíza escreveu que em um parto onde a mulher, além de anestesiada, dava luz ao seu filho – em um dos prováveis momentos mais importantes de sua vida – o médico, valendo-se de sua profissão, viola todos os direitos que ela tinha sobre si mesma. Portanto, o dia do nascimento de seu filho será marcado pelo trauma causado pela brutal conduta por ele praticada, o que será recordado em todos os aniversários.
O vídeo gravado pela própria equipe médica, que já desconfiava do colega de profissão, é possível ver quando ele abre o zíper da calça e coloca o pênis na boca da mulher que estava sendo operada em uma cesariana. O ato dura 10 minutos. Enquanto abusa da gestante, o anestesista tenta se movimentar pouco para que ninguém na sala perceba. Quando termina, ele pega um lenço de papel e limpa a vítima para esconder os vestígios do crime.
O médico preso é muito vaidoso, postava fotos com roupas dos hospitais onde trabalhou e numa ocasião postou uma mensagem dizendo que “Vocês ainda vão ouvir falar de mim, esperem”. Em outra postagem, afirmou fazer o que gosta: “Estou aqui colhendo os frutos” escreveu.






















































