O forte calor que vem atingindo todo país, inclusive os municípios do norte capixaba tem sido intensificado pelas queimadas, muitas delas de caráter criminoso, principalmente nas áreas de plantio de eucaliptos, pela Suzano Papel e Celulose. Um dos exemplos mais recentes foi o incêndio na fábrica Placas do Brasil, o qual interrompeu a produção da empresa por pelo menos 3 dias, com a destruição de parte de sua área de produção no município de Pinheiros.
O centro de monitoramento da Suzano tem registrados dezenas de incêndios em áreas de plantio, o que coloca em risco as comunidades e até as ações da empresas em prol dos seus habitantes, como incentivos à fabricação de farinha e de outros produtos, inclusive o aproveitamento das áreas de preservação ambiental, sem contar o trabalho dos lenhadores. Mesmo assim, diariamente as equipes de monitoramento da Suzano se deparam com ações de pessoas que insistem em ocupar terras que não lhes pertencem, com o objetivo de vendê-las a famílias de boa fé e que acabam sendo enganadas.
Um desses fatos ocorreu na região de Nova Vista, em São Mateus, onde um grupo liderado por uma dessas pessoas empenhadas em promover a ocupação ilegal de áreas particulares, não só incendiava a floresta, como incentivava a violência, além de impedir o livre trânsito de veículos e pessoas em estradas públicas. Nesses casos, seguindo a lei, a Suzano aciona as autoridades policiais e nunca permite que suas equipes entrem em confronto com quem quer que seja.
O evento ocorrido em Nova Vista teve a prisão de uma dessas pessoas, flagrada incendiando as plantações, cercando áreas particulares e atraindo outros indivíduos com o falso discurso de que ele está certo em invadir, cercar e queimar propriedades particulares. A prisão foi feita por autoridades policiais, seguindo a lei, uma vez que não compete à Suzano tal atribuição, cabendo-lhe apenas monitorar, orientar, alertar e, se for o caso, acionar as autoridades competentes para a tomada de ações cabíveis em cada caso. A propósito desse fato a própria Suzano divulgou uma nota explicativa, a qual pode ser lida no Portal da Rede Barcos de Comunicação.






















































