Imagina a situação. Uma mulher, jornalista, alta funcionária da Câmara dos Deputados, em Brasília, com pouco mais de 40 anos, solteira, sai do seu apartamento para ir se casar num cartório, mas um pouco antes a polícia acaba com a festa ao descobrir que o casamento era uma farsa montada pelo noivo e sua quadrilha. A mulher só ficou sabendo da intenção dele pela polícia, horas antes do casamento.
O suspeito e três comparsas foram alvo de busca e apreensão, antes de saírem para o casamento. Eles admitiram que o casamento era uma armação contra a funcionária pública. A vítima teria caído em um golpe de “estelionato amoroso”, já que o autor só teria se aproximado dela com a intenção de extorquir dinheiro, segundo investigação da polícia. Até a companheira do falso noivo sabia do relacionamento dele com a servidora, e inclusive concordou com o casamento.
A polícia descobriu que o suposto noivo armava várias histórias falsas para tirar dinheiro da servidora pública. Ele inventava problemas de saúde e pedia dinheiro para arcar com as despesas das internações, entre outros golpes. A família da vítima, que mora em São Paulo, percebeu que ela estava endividada. Os parentes foram para Brasília e ajudaram na investigação.






















































