O Fluminense está na grande final do Mundial. A equipe comandada por Fernando Diniz bateu o Al-Ahly por 2 a 0 na segunda-feira (18), e espera o vencedor do jogo entre Manchester City e Urawa Reds, time do Japão, para conhecer o adversário da decisão. A vitória maiúscula na Arabia Saudita fez com que jogadores que já não eram unanimidades quando foram contratados, se transformassem em peças fundamentais para a equipe e podem colocar seus nomes na história do centenário clube das Laranjeiras.
A começar pelo próprio Fernando Diniz. Depois dos fracassos em São Paulo, Santos e Vasco, em sequência, as críticas em cima do trabalho do treinador foram duras. O modelo de jogo, que hoje encanta torcida, imprensa e jogadores, era muito questionado, especialmente pela falta de títulos e resultados. No entanto, o técnico deu a volta por cima e pode, depois de conquistar a Libertadores, levar também o Mundial.
Herói do título da Libertadores e autor do segundo gol do Flu na vitória sobre o Al-Ahly, John Kennedy é daqueles jogadores que poderia facilmente não ter dado certo. O jeito irreverente e problemático o fizeram ser emprestado para a Ferroviária-SP no início do ano. No entanto, o atleta também recuperou-se e contou com a confiança de Diniz para se tornar um atacante que decide.
Outro que teve grande destaque nesse mundial foi o goleiro Fabio que ficou muito perto de completar 1000 jogos com a camisa do Cruzeiro, faltando apenas 24 partidas antes de ser dispensado por Ronaldo Fenômeno, no início de 2022. Aos 41 anos, o goleiro parecia próximo da aposentadoria, mas recebeu um voto de confiança de Diniz e assumiu o gol do Fluminense. Desde então, o arqueiro virou peça chave no time, sendo determinante em inúmeros jogos, como contra o Al-Ahly, na semifinal do Mundial






















































