Jogadores e dirigentes do São Paulo foram denunciados pelo Tribunal de Justiça Desportiva pelas ofensas proferidas ao árbitro do clássico do último domingo, contra o Palmeiras. O presidente, Julio Casares, o diretor de futebol, Carlos Belmonte, o diretor adjunto, Fernando Ambrogi, conhecido como Chapecó, o auxiliar técnico, Estéphano Djian, e os atletas Calleri, Rafinha e Wellington Rato podem ser punidos pela sua conduta nos corredores que dão acesso aos vestiários do Morumbi após o jogo. Todos foram enquadrados no Código Brasileiro de Justiça Desportiva e podem levar suspensão de uma a seis partidas de para atletas, membros da comissão técnica, treinador ou médico da equipe. Caso o Tribunal julgue que os acontecimentos foram de pequena gravidade, a pena poderá ser substituída por advertência.
Já o time do São Paulo foi enquadrado no artigo que proíbe ofender alguém em sua honra, por fato relacionado diretamente ao desporto. Neste caso, a pena prevista é de R$ 100 a R$ 100 mil de multa. Revoltados com a atuação da arbitragem no clássico contra o Palmeiras, os são-paulinos foram tirar satisfação com o árbitro nos corredores que dão acesso aos vestiários do Morumbi.






















































