Tem um novo golpe na praça e as vítimas são os aposentados do INSS que utilizam o WhatsApp. Esses criminosos se aproveitam da inocência dessas pessoas, muitas vezes retirando delas o único dinheiro para seu sustento. O golpe funciona assim: Primeiro, os golpistas entram em contato com a vítima pelo WhatsApp. Mas pode ser também por ligação ou e-mail.
Então começa a encenação. Eles prometem que o nome do cidadão ficará limpo, sem qualquer tipo de dívida, não importando se a pessoa esteja devendo. Por isso, os idosos endividados são o principal alvo. As falsas vantagens prometidas para aqueles que aceitam a proposta incluem a retirada do seu CPF do Serasa, o aumento do limite de crédito e a possibilidade de voltar a ter cartões de crédito, empréstimos bancários etc.
Utilizando da simplicidade para enganar esses aposentados, os bandidos começam a pedir dados pessoais, como nome e CPF. Para não levantar suspeitas, eles afirmam que as informações são necessárias para limpar o nome da pessoa. Por fim, os criminosos solicitam que a pessoa realize uma transferência de R$ 100 para confirmar o serviço.
Quando é perguntado sobre sua identidade, o golpista se apresenta como um representante do banco, do cartório, do SPC ou até mesmo do Serasa. Se a vítima que quer ter uma garantia de que o serviço é real pedir o nome de alguém que já utilizou o serviço, o golpista tem uma resposta pronta. Esse tipo de golpe não apenas pega as quantias transferidas para “iniciar o processo”, mas também permite que o criminoso se aproprie de dados pessoais da vítima para fazer empréstimos, boletos, crediários e cartões em seu nome.
Então fique atento: não existe a possibilidade desse serviço ser oferecido pelo WhatsApp. A consulta para saber se seu nome está sujo e qual sua pontuação de crédito é feita no site do Serasa. A Serasa também possui programas de renegociação de dívidas, mas nunca envia mensagens solicitando dados pessoais.






















































