A CBF vive mais um momento de turbulência, o que vem acontecendo nos últimos 12 anos marcados por lutas pelo comando do futebol brasileiro. A entidade vive hoje mais uma disputa pelo posto mais alto do futebol. Essa guerra começou com o afastamento e depois da renúncia de Ricardo Teixeira, em março de 2012. No período, passaram pela presidência nove nomes. Apenas um deles terminou mandato: José Maria Marín, que nunca foi eleito, mas assumiu o lugar de Teixeira em 2012 e entregou a CBF para o aliado Marco Polo Del Nero em 2015.
Na semana passada, Ednaldo Rodrigues foi destituído da presidência da CBF, cargo que ocupava desde 2022, primeiro como interino, cargo que apareceu por algumas vezes nesse período após o fim da era Teixeira na CBF, dirigente que ficou por 23 anos à frente da CBF.
Banido do futebol pela Fifa em 2019, investigado dentro e fora do Brasil por recebimento de dinheiro em diversas operações no futebol, Ricardo foi eleito para a CBF em 1989, apadrinhado por João Havelange, que foi presidente da CBF por 17 anos e comandou a Fifa.
Agora, afastado pela Justiça, Ednaldo Rodrigues está tentando retornar para a presidência e com isso o futuro da entidade é imprevisível e o mais provável é que haja uma nova eleição. A diferença de anos passados é que agora há candidatos de oposição. Por enquanto o advogado de Brasília, José Perdiz é o interventor na presidência da CBF. O advogado brasiliense de 60 anos deve convocar eleições para o início de janeiro.






















































