O governo do Espírito Santo e o Ministério Público Federal pediram que a Justiça bloqueie R$ 10 bilhões das empresas Vale e da BHP Billiton, envolvidas na tragédia ambiental em 2015, que poluiu o Rio Doce com toneladas de detrito e lama após rompimento da barragem em Mariana (MG).
A ação é para que a Fundação Renova cumpra a ordem de incluir mais municípios capixabas. Na relação das áreas impactadas pelo rompimento da barragem foi determinada a inclusão de comunidades localizadas no Espírito Santo, a partir de Nova Almeida até Conceição da Barra. Entre essas áreas, 21 pertencem aos municípios de Aracruz, Linhares, São Mateus e Serra. Desses municípios, apenas Linhares havia sido considerado atingido na época da assinatura do Termo de Transação e Ajustamento de Conduta em março de 2016.
Na ocasião o próprio termo previu que não se descartava a possibilidade de que impactos ambientais e socioeconômicos atingissem outras comunidades que pudessem ser identificados no futuro, e que elas viessem a ser incluídas no rol dos impactados. Esse estudo foi feito em 2017. Isso é o que está sendo cobrado agora.






















































