Em apenas uma semana mais de 100 milhões de pessoas procuraram no site do Banco Central se havia dinheiro esquecido em seus nomes em bancos. O que muita gente esquece é que pode ter dinheiro esquecido ou nem sabido em outros lugares, contas do governo, etc. São vários exemplos: FGTS, PIS, INSS, entre outros.
Antes da criação do abono salarial pela Constituição de 1988, os recursos com a arrecadação do PIS e do Pasep, para funcionários públicos, eram depositados em cotas num fundo público. Para ter direito às cotas do PIS/Pasep, basta o beneficiário ter trabalhado com carteira assinada entre 1971 e 4 de outubro de 1988. Em 2019, a Lei 13.932 tornou os recursos do fundo disponíveis para todos os cotistas, independentemente da idade. A lei facilita o saque por herdeiros, que passarão a ter acesso simplificado aos recursos.
A retirada pode ser pedida até 2025 no aplicativo Meu FGTS, que permite a transferência para uma conta corrente. Após esse prazo, o dinheiro voltará para as contas do governo. Para saber se tem direito às cotas do fundo, o correntista deve consultar o site. A pessoa tem inclusive direito de receber o abono salarial de dois anos antes da nova lei. O problema é que poucos sabem, como revisão de auxílios do INSS, depósitos judiciais do INSS, saque-aniversário do FGTS, contas inativas do FGTS, saque do FGTS para calamidades, malha fina do Imposto de Renda e até prêmios de loteria.






















































