Um levantamento feito pela Suzano mostra que 22 associações de moradores quilombolas nos municípios de Conceição da Barra e São Mateus faturam cerca de 4 milhões de reais com o recolhimento de restos de eucaliptos nas plantações da empresa na região norte do Estado, o chamado facho. Em 2021 mais de 440 pessoas se beneficiaram desse trabalho. Para facilitar o recolhimento do facho os quilombolas recebem uniformes que lhes permitem atuar nas plantações sem serem incomodados. A Suzano destaca que esse é um dos programas da empresa que pretende tirar da linha de pobreza cerca de 200 mil pessoas até 2030 em todas as suas áreas de atuação.






















































