A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu o terceiro suspeito de envolvimento no desaparecimento de oito pessoas da família da cabeleireira de 39 anos, cujo carro foi achado queimado com quatro corpos.
O novo preso foi identificado como o responsável por vigiar as vítimas que foram mantidas em cativeiro, em Planaltina (DF). Mais um corpo também foi encontrado. Ele foi esquartejado e só se sabe que é do sexo masculino.
Até agora já são sete corpos encontrados. No total, agora são 10 desaparecidos da mesma família.
Outros dois suspeitos já tinham sido presos, confessaram o crime e disseram que os mandantes foram o marido da cabeleireira e o pai dele, sogro da mulher.
Os presos eram amigos da família e trabalhavam em uma agropecuária com o sogro da cabeleireira, que continua desaparecido, assim como o marido da mulher.
Os homens receberam R$ 100 mil para executar os crimes. Eles teriam dito, também, que a cabeleireira e os filhos foram levados para o Paranoá e, de lá, a família foi amarrada e levada para fora do DF.
SUFOCADOS
Na rodovia, a mulher e os filhos foram sufocados e, depois, o carro foi queimado com os corpos dentro. Quando a cabeleireira e os filhos foram mortos, a sogra dela e mãe do seu marido e uma cunhada, já eram mantidas presas, em Planaltina.
Depois foram levadas para Unaí (MG), Entorno do DF, onde teriam sido sufocadas e mortas. A dupla também ateou fogo no veículo com os corpos. Os presos afirmam que os crimes foram motivados por um interesse financeiro do marido e do sogro da cabeleireira.
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