A Polícia do Rio de Janeiro prendeu o vereador carioca Dr. Jairinho e Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, morto há um mês. As investigações mostraram que o garoto foi assassinado. A policia descobriu que o padrasto agredia o menino com chutes e golpes na cabeça e que a mãe sabia das agressões.
O casal também é suspeito de atrapalhar as investigações e de ameaçar testemunhas. Os policiais ouviram cerca 18 testemunhas e reuniram provas que descartam a hipótese de acidente, como disse a própria mãe da criança em declaração na delegacia. Os policiais descobriram ainda que o casal apagou conversas de seus telefones celulares, mas usaram uma nova técnica para recuperar o conteúdo.
A polícia desconfiou das atitudes da mãe da criança. Por exemplo, antes de ir á delegacia ela trocou de roupa duas vezes até escolher um modelo todo branco. Também um dia depois de enterrar o filho ela passou a tarde toda num salão de beleza, onde cuidou dos pés, das mãos e do cabelo, pagando R$ 240 pelo serviço.
A perícia médica descobriu que a criança teve inúmeras lesões graves na cabeça, na barriga, nos rins e no fígado, causadas por ações violentas. Especialistas em situações como essa descartaram a possibilidade de acidente, como a mãe do menino disse na delegacia, que ele tinha caído da cama. São lesões praticadas por instrumento contundente, aplicado de forma violenta. Feitas por um adulto.























































