Tudo indica que haverá mesmo uma greve de caminhoneiros a partir do dia primeiro de fevereiro no Brasil. O movimento ganhou o apoio da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transporte e Logística, uma das principais entidades da categoria no país e que vinha até mais recentemente mantendo diálogo com o governo federal.
A entidade informou que apoia a greve nacional de caminhoneiros que vem sendo convocada por organizações menores há algumas semanas para 1º de fevereiro por tempo indeterminado. A confederação tem 800 mil motoristas em sua base e está orientando todos aderirem à paralisação.
A categoria diz que não suporta a “insensibilidade” do governo de Jair Bolsonaro e do Supremo Tribunal Federal sobre reivindicações do setor. Entre essas estão a questão do preço mínimo do frete que subiu menos de 3 por cento enquanto o preço do pneu subiu mais de 60 por cento
Em 2018, uma greve de caminhoneiros, que contou com apoio de empresários do setor de transportes, paralisou o país por 11 dias em maio, gerando impactos na economia que perduraram ao longo de todo o restante daquele ano. O governo vinha contando com apoio dos caminhoneiros. Quando era pré-candidato, Bolsonaro ficou ao lado dos caminhoneiros na greve de 2018.






















































