Ricardo Ferraço, Arnaldinho Borgo, Lorenzo Pazolini, Aridelmo Teixeira, Paulo Hartung, Helder Salomão e Nésio Fernandes, são os nomes que já se lançaram como alternativas para governar o Estado nas eleições do ano que vem. Falta quase um ano, mas o processo eleitoral de 2026 fjá começou com pesquisas e reuniões com lideranças partidárias de Norte a Sul do Estado. Entre os nomes lembrados há quem se alinha ao perfil do governador Renato Casagrande e quem prefira se posicionar bem distante dele. No ano que vem, o que estará em jogo não será apenas o comando do Executivo, mas o rumo do Espírito Santo nos próximos quatro anos.
O eleitor capixaba terá que escolher entre seguir o caminho da continuidade, com um nome escolhido por Casagrande, ou apostar em um novo projeto no comando do Estado. No primeiro caso surge o atual vice-governador e presidente estadual do MDB, Ricardo Ferraço, que é o plano A de Casagrande e do governo para a sucessão. Ele tem acompanhado o governador Casagrande em eventos oficiais e também tem participado de eventos públicos e políticos promovidos por aliados.
Outro nome é do prefeito reeleito de Vila Velha com quase 80 de cada 100 votos. Arnaldinho Borgo, também tem colocado o nome para a disputa ao governo do Estado, principalmente depois de ter sido citado pelo próprio Casagrande como um eventual sucessor no Palácio Anchieta. Nesse mesmo caminho aparece o atual prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini. Desde que foi reeleito em primeiro turno, numa eleição que teve como principal adversário o governo do Estado, Pazolini, tem sido cotado para disputar o governo em 2026. O presidente estadual do Republicanos, Erick Musso, tem sido o principal articulador da pré-candidatura de Pazolini.
Nessa corrida aparece o nome do empresário Aridelmo Teixeira que se coloca como oposição ao atual governo. Ele já foi candidato ao governo por duas vezes (2018-2022) e entra no jogo como uma espécie de “plano B” do grupo de direita, mesmo tendo um perfil mais liberal e menos conservador. Nesse grupo de oposição quem lidera é Paulo Hartung
ex-governador por três mandatos. Sempre lembrado pelos capixabas, Hartung continua sendo uma referência na política capixaba, onde seu nome nunca deixou de circular.
Hartung faz parte do mesmo grupo de Pazolini e tem defendido abertamente a participação do prefeito no pleito. Correndo por fora surge o nome do deputado federal Helder Salomão, do PT. Mas já avisou que só disputa o governo capixaba se tiver apoio total do partido em nível nacional. É aí que entra o nome de Nésio Fernandes, do Partido Comunista, que só entraria na disputa em caso de desistência do deputado Helder Salomão. Nésio foi secretário da Saúde durante o segundo mandato de Casagrande e durante a pandemia de Covid-19. Com a eleição do Lula, chegou a atuar, por um ano, no Ministério da Saúde, como secretário nacional de Atenção Primária
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