Além de sofrer uma série de investigações em sua parte administrativa, o Corinthians agora enfrenta outra batalha.
A polícia começou a investigar não só o uso de cartões de crédito e relatórios de despesas da presidência do clube, quanto possíveis conexões entre o time e a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).
A investigação foi ampliada após depoimento de Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, que declarou que “o crime organizado se infiltrou” no clube e, por conta disso, estava sofrendo ameaças por sua atuação.
Imóvel de suspeito
O promotor responsável pelo caso suspeita que jogadores do Corinthians tenham se hospedado em imóvel que pertence a um homem, conhecido como Alemão, que é apontado em outras investigações como figura de peso no crime organizado.
O promotor pede explicações a Fausto Vera, Rodrigo Garro e Thalles Magno, querendo saber se os três atletas moraram em apartamento que pertence a Alemão e se o Corinthians participou da intermediação da locação.
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