Comparar o que o governo dos Estados Unidos está fazendo para ajudar todo o país a enfrentar a crise da pandemia, com o que está sendo feito no Brasil, é difícil. Nos Estados Unidos o governo está dando um auxílio de 1.400 dólares por pessoa que ganhe por ano de 75 mil a 150 mil dólares. Aqui no Brasil foi pago no ano passado um auxílio no valor de 600 reais e agora se discute o pagamento de mais alguns meses, no valor máximo de 375 reais.
Mil e 400 dólares trocados em reais viram mais de 5 mil e 500. Além disso, 75 mil dólares tem um valor aqui no Brasil de mais ou menos 400 mil reais. Esse não é o primeiro auxílio do governo ao seu povo lá nos Estados Unidos. È o terceiro aprovado pelo país desde o início da pandemia. Ao todo, já foram gastos US$ 5 trilhões em programas de ajuda econômica. É só multiplicar esses trilhões por cinco (por baixo) para saber o que isso vale em reais.
Esses cheques que estão sendo dados agora completam outros de US$ 600 (Três mil e 500 reais) enviados no último plano adotado em dezembro, que veio depois do outro plano que o governo adotou em meados do ano passado. Outra medida é que até setembro continua o pagamento de seguro-desemprego adicional de US$ 300 por semana, que acabava em 14 de março. Um complemento para quem está vivendo do seguro desemprego.
Outra medida é que o governo de lá vai descontar dos imposto um valor de US$ 3,6 mil para gastos com crianças menores de até 5 anos e US$ 3 mil entre 6 e 17 anos. Uma parte desse dinheiro também foi destinada à vacinação, para testes e para produzir vacinas. As escolas e creches receberão quase US$ 150 bilhões. Cerca de US$ 350 bilhões serão enviados aos governos estaduais e municipais. O setor de restaurantes e comidas, um dos mais afetados pelas restrições para conter a pandemia, vai ter um suporte de US$ 25 bilhões.
























































