Após a morte de uma técnica de enfermagem no Distrito Federal, que teve o pescoço cortado por um fio com cerol, um projeto de lei que torna crime o uso do produto em linhas de pipa foi criado pela Câmara dos Deputados. De acordo com a Campanha Nacional Cerol Não, o produto causa 500 acidentes por ano, a metade causa ferimentos graves e quase 150 acabam em mortes.
O caso da mulher que foi atingida por linha de cerol em Ceilândia, no Distrito Federal, ao sair do trabalho de moto aconteceu no início de fevereiro. Ela ficou internada vários dias, mas não resistiu aos ferimentos. Ela teve o pescoço atingido por uma linha chilena, que tem a venda proibida por lei no DF desde 2018, mas mesmo assim ainda é vendida e usada. Nas ruas de São Paulo adultos disputam pipas com crianças. Motoristas são obrigados a desviar dos empinadores que viraram donos das ruas. E, moradores revoltados são obrigados a conviver com o perigo na porta de casa.
Os deputados federais aprovaram no início de fevereiro um projeto de lei que quer proibir a fabricação, o comércio e a utilização do cerol, também conhecido como “linha chilena”. A proposta prevê punição com multas e prisão do acusado de usar o material.






















































