Após os primeiros meses da pandemia, que começou há quatro anos, a Covid-19 ficou menos perigosa, mas continua sendo um grande problema de saúde pública, quando comparada a outras doenças. Desde maio, a Organização Mundial da Saúde não considera a Covid-19 uma emergência internacional. Em primeiro lugar, porque uma infecção por Covid-19 atualmente parece muito menos perigosa do que em 2020, quando numerosos países decretaram medidas duras contra os efeitos mortais do vírus.
A diminuição do perigo é também resultado da eficiência das vacinas e da imunidade adquirida pelas populações ao longo das várias ondas de infecções. A Covid-19 se tornou outra doença respiratória, mas continua apresentando importantes problemas de saúde pública. Diferentemente de outras doenças, como a gripe, a Covid-19 passa por várias ondas ao longo do ano. Portanto, dificilmente pode ser descrita como uma doença de inverno.
A própria Organização Mundial da Saúde alerta que a Covid-19 é uma das doenças que estão progredindo em muitos países. Isso se deve em parte à aparição de uma um novo vírus, que não parece muito perigoso, mas é muito transmissível. Os números oficiais mostram que desde o início da epidemia, há quatro anos, cerca de 7 milhões de pessoas morreram de Covid-19, mas a própria organização admite que provavelmente cerca de 20 milhões ou mais devem ter morrido.
Além da mortalidade, permanece a questão das consequências duradouras, chamadas de Covid longa, que incluem efeitos como fadiga e dificuldades respiratórias, entre outras. A realidade desses sintomas já não é mais uma dúvida, bem como a sua origem fisiológica, e não psicológica. No entanto, continua sendo difícil determinar a sua frequência, porque a Covid-19 causa os sintomas com mais constância do que outras doenças.






















































