O empresário que morreu após assassinar uma investigadora da polícia a tiros em frente à casa dele, em um bairro chic de São Paulo, já havia sido processado por assassinato e agressão em 1989, quando chegou a ser preso por homicídio. No sábado passado, dia 16, dia em que aconteceu a tragédia, estava havendo uma festa na mansão do empresário com grande consumo de bebidas alcoólicas e presença de drogas, segundo o boletim de ocorrência . Testemunhas contaram que uma policial civil investigava um furto ocorrido nas imediações da mansão do empresário no dia anterior. Ela buscava imagens de câmeras de segurança e estava acompanhada de um colega, também policial.
Quando a investigadora se aproximou para pedir as imagens da câmera de segurança, o empresário desconfiou de que ela e seu parceiro eram assaltantes e atirou contra os agentes. A policial foi atingida no peito .O policial que acompanhava a investigadora ferida,reagiu, atirou e atingiu o dono da casa. Um funcionário dele pegou a arma caída para atirar nos agentes, mas também foi atingido.
A investigadora chegou a ser levada a um pronto-socorro, mas não resistiu. O empresário e o segurança dele, baleados pelo colega da policial, morreram no local. Segundo a polícia, foram encontradas maconha, haxixe e drogas sintéticas no local, além de grande quantidade de bebidas alcoólicas consumidas durante a celebração. No boletim de ocorrência registrado pelos agentes consta ainda que foram encontradas armas em uma gaveta do closet do empresário. O homem era sócio-presidente do Grupo Biofast, laboratório que realiza exames e análises clínicas e tem dez unidades de coleta e sete hospitais espalhados por São Paulo, Bahia e Ceará.






















































