Com o novo prazo para requerer indenização devido o rompimento da barragem de Mariana, que foi encerrado no final de fevereiro de 2023, o número total de requerentes saltou para mais de 700 mil, entre eles 46 municípios, reunindo não apenas atingidos de Minas Gerais e Espírito Santo, mas também dos estados do Rio de Janeiro e da Bahia. O valor em indenizações aumentou de R$ 158 bilhões para R$ 230 bilhões.
Deste modo, a ação movida internacionalmente contra a mineradora BHP Billiton pelo rompimento da barragem acaba de receber 500 mil novos autores, saltando de 200 mil para 700 mil o total de vítimas representadas por um escritório internacional de advocacia. O processo tramita na Inglaterra desde 2018, quando o grande escritório entrou com uma ação contra a mineradora anglo-australiana, em nome de vítimas, entre elas comunidades indígenas e quilombolas, empresas, municípios, instituições religiosas e autarquias de serviços públicos.
Em 5 de novembro de 2015, a barragem de Fundão, de responsabilidade da Samarco, se rompeu em Mariana, no estado de Minas Gerais, causando uma grande enxurrada de lama que devastou o distrito de Bento Rodrigues e atingiu 39 municípios, sendo quatro no Espírito Santo: Linhares, Colatina, Baixo Guandu e Marilândia.Desde então, pessoas que sofreram prejuízos estão sendo indenizadas pela Fundação Renova, entidade que representa as mineradoras Samarco, Vale e BHP Billiton e que foi criada para lidar com a reparação dos danos causados pela tragédia ambiental.






















































