As pessoas que recebem o Auxilio Brasil, a antiga bolsa família, vão poder tirar empréstimo bancário, com desconto no valor do benefício, a partir desta semana, conforme informações do governo. O que ainda falta é estabelecer uma taxa de juros que possa caber no bolso dessa parcela da população. Entre os técnicos do governo a avaliação é de que o consignado voltado para uma população tão vulnerável precisa de uma limitação dos juros cobrados pelos bancos. A ideia é de que o limite dos juros seja fixado pelo menos igual ao do INSS, de 2,14%.






















































