Empresários, políticos e funcionários públicos foram vacinados em pelo menos 12 estados e no Distrito Federal, mesmo não sendo parte dos grupos prioritários definidos pelos governos federal e estaduais. O Ministério Público de cada estado começou a investigar se a fila de grupos prioritários está sendo “furada”. A vacinação foi suspensa em Manaus, após denúncias de que duas médicas, parentes de empresários locais, tenham tido preferência na vacinação; e em Tupã, no interior de São Paulo, após um integrante da irmandade que administra a Santa Casa ser vacinado.
Quem praticou a irregularidade pode incorrer em crimes de prevaricação, improbidade administrativa e dano coletivo. A pessoa pode ser detida e pagar multa.






















































