Um vereador de Anchieta, no sul do Espírito Santo, eleito no ano passado por uma coligação entre o PT, o PV e PSOL, perdeu seu mandato depois que o Tribunal Eleitoral reconheceu que houve fraude em relação à lei que determina o número de candidatas mulheres para cada partido ou coligação.
O processo já vinha se arrastando depois que o caso foi julgado pelo juiz eleitoral daquela cidade e o vereador que assumiu o cargo foi considerado culpado. Aproveitando os recursos o caso chegou à última instância que determinou o afastamento do agora ex-vereador.
Mulher suplente assume
No lugar dele assume justamente uma mulher, que havia se candidatado pelo PSD e acabou ficando na suplência. Agora, quem passou a ser suplente foi o candidato que assumiu o cargo e foi afastado. Aqui no Espírito Santo existem outros casos parecidos com esse, também por fraude no percentual de candidaturas destinado às mulheres.
Uma das mulheres envolvidas no caso de Anchieta disse no seu depoimento que nunca teve interesse em se candidatar e só o fez por insistência partidária. Ela teve apenas um voto e confessou que só pediu votos para os familiares próximos.
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