Atendendo a indagação da Rede Barcos de Comunicação, a Secretaria Estadual da Cultura informou que a Igreja Nossa Senhora da Conceição, localizada em Conceição da Barra, está inscrita no Programa de Coinvestimentos Fundo a Fundo da Secult em parceria com a Prefeitura.
Estado destinou quase 590 mil reais para sua restauração, para a qual foi assinado um contrato que vale até março de 2027. A notícia aguarda, agora, manifestação da Prefeitura, que, pelo contrato, é a responsável pela licitação da obra.
O mesmo questionamento foi feito à Secult sobre a manutenção e ou restauração do antigo Trapiche, aquele prédio amarelo, também chamado de Casarão, localizado no lado sul do Cais.
O prédio foi adquirido pela Prefeitura na gestão do prefeito Jorge Donati e transformado em monumento cultural, onde foram feitas algumas promoções culturais. O prédio chegou a ser também utilizado com programações culturais na gestão seguinte, do prefeito Chicão.
Mas, surpreendentemente, na gestão seguinte, do prefeito Walyson Vasconcelos, o prédio foi abandonado e há relatos de que corre o risco até de desabar.
Segundo a Secult, o imóvel conhecido como Casarão, localizado em Conceição da Barra, não foi tombado pelo Conselho Estadual de Cultura e não recebeu recursos para sua recuperação através do programa de Coinvestimento Fundo a Fundo em parceria com os municípios e de nenhum outro programa de investimento da secretaria.
Situação idêntica acontece com o antigo projeto de travessia do Cricaré por balsa. O projeto recebeu recursos do governo do Estado para construção dos atracadouros para a balsa de travessia, mas as obras nunca foram concluídas e, segundo relatos, a maior parte concluída já está em adiantado processo de deterioração.
Conclusão da obra comprometida
Segundo o ex-prefeito Chicão, a obra parou quando o proprietário da empresa licitada para fazer as obras, faleceu e quem teria assumido seria um filho do mesmo, comprometendo a conclusão do trabalho.
Para piorar a situação, o constante assoreamento do rio exigiu mudanças no projeto original, além de nova licença ambiental.
Desde então, a obra parou e não há previsão de sua retomada. Pelo menos conforme informações de gestores das administrações passadas. Também em relação a esse caso, a Rede Barcos aguarda manifestação da atual gestão municipal.
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