Esse tempo mais frio exige atenção redobrada com a saúde do coração e do sistema circulatório. Médicos cardiologistas alertam que as baixas temperaturas provocam alterações no organismo que podem aumentar o risco de infarto. O risco de acidente vascular cerebral, o popular AVC aumenta, principalmente quando as temperaturas ficam abaixo dos 14 graus. A questão é que o frio causa estreitamento dos vasos sanguíneos, como uma forma de preservar o calor corporal.
Isso aumenta a pressão arterial e exige mais esforço do coração, o que pode desencadear eventos graves, especialmente em pessoas com fatores de risco, como os idosos, fumantes e pessoas com hipertensão, diabetes e colesterol elevado. Pacientes com histórico de doenças cardiovasculares, como infarto, insuficiência cardíaca ou arritmias, também ficam mais propensos a um AVC.
De forma geral, homens a partir dos 55 anos e mulheres acima dos 65 já têm maior risco cardiovascular. Os sinais de infarto são: dor ou pressão no peito, que pode irradiar para braços, costas ou o queixo, falta de ar, suor frio, enjoo e mal-estar. Já os sintomas de Acidente Vascular Cerebral (AVC) são fraqueza ou dormência em um lado do corpo, dificuldade para falar ou entender, perda da visão e tontura.
Atendimento médico imediato
Em qualquer um dos casos, é fundamental procurar atendimento médico imediato. Mas, é possível reduzir os riscos e para isso é preciso se manter agasalhado e evitar exposição prolongada ao frio, continuar tomando as medicações regularmente, fazer exercícios físicos, mesmo que dentro de casa, controlar a pressão arterial, o colesterol e a glicemia, fazer uma alimentação equilibrada e evitar alimentos gordurosos e com excesso de sal, beber água, mesmo com menor sensação de sede.
Vacinas como as da gripe, covid, vírus sincicial respiratório e até herpes ajudam a prevenir as doenças cardíacas porque infecções respiratórias ativam processos inflamatórios que podem agravar essas doenças. Por isso, manter o calendário vacinal atualizado é uma das formas mais simples de proteger pacientes de risco, principalmente idosos e pessoas com doenças crônicas.
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