O presidente da CBF foi afastado do cargo por decisão de um desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, por sua vez, pediu a apuração de fraude na assinatura do acordo que estabilizou o agora ex-presidente no cargo. O despacho da justiça determina que o vice-presidente da CBF, aja como interventor e convoque a eleição para os cargos diretivos da CBF “o mais rápido possível”.
Como a decisão foi tomada por apenas um desembargador, é possível recorrer ao próprio tribunal. A CBF pode recorrer a instâncias superiores, conforme o Código de Processo Civil. A CBF também pode tentar apresentar embargos, apelações ou recursos especiais e extraordinários. O STF quer que seja investigada a possibilidade de uma assinatura no acordo que manteve o então presidente no cargo, ter sido falsificada.























































