Uma jovem de 20 anos, acusada de liderar uma quadrilha de assaltantes que matou um motorista de aplicativo em São Paulo, riu e debochou ao dar depoimento na polícia.
Além de rir durante o depoimento, a mulher não mostrou nenhum remorso e demonstrou total insensibilidade com a morte do profissional.
O coitado do motorista foi morto após ter sido assaltado, sequestrado e ter o corpo queimado.
Segundo investigações, os quatro integrantes do grupo suspeito de ter cometido o crime, a jovem, de 20 anos, a irmã dela, de 18 anos, o namorado, de 17 anos, e uma menina de 15 anos, teriam chamado o carro de aplicativo no centro de Cotia, em São Paulo.
ASSALTO
No caminho da viagem, eles anunciaram o assalto e renderam o motorista. Ele foi colocado no banco de trás com as mãos amarradas e obrigado a fazer transferências bancárias.
O adolescente assumiu o volante e dirigiu até um posto de combustíveis, onde uma das meninas desceu do carro e comprou gasolina.
Em seguida, foram até uma estrada deserta. Lá eles jogaram gasolina no corpo do motorista e botaram fogo.
O grupo fugiu, mas o telefone da líder da quadrilha caiu no local, onde a polícia o encontrou e chegou no
endereço dela.
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